September 21, 2026

Candidato a vice-presidente da República pelo PSD, Gilberto Kassab, defende grandes reformas e investimentos

Candidato a vice-presidente da República pelo PSD, Gilberto Kassab, participou nesta segunda-feira (21) das Sabatinas ACS 2026 defendendo a necessidade de reformas, investimentos, o enxugamento da máquina administrativa e o combate à corrupção. Ele representou o candidato à Presidência, Ronaldo Caiado, que não pôde comparecer devido a outro compromisso.

Ex-ministro das Cidades e das Comunicações e ex-prefeito de São Paulo, Kassab afirmou que a atual polarização de partidos só atrapalha o País. “O PSD teve a coragem e a possibilidade de se apresentar sem ceder aos encantos e tentações das propostas políticas legítimas, na sua grande maioria, para que fizéssemos parte de um projeto ou de outro. Estamos a quinze dias das eleições em um antagonismo muito grande que poderá nos levar a mais quatro anos de instabilidade, enfrentamento e ódio, que é muito ruim para o País”.

O candidato abordou também a proposta da chapa Caiado-Kassab de ampliar os investimentos no Brasil sem aumento da carga tributária. “Com um presidente que faça o necessário, combatendo a corrupção, promovendo transparência e a reforma administrativa, reduzindo a máquina e cargos, eliminando privilégios e penduricalhos. Com tudo isso, mais a queda de juros, vamos ter uma economia de 1,5 trilhão sem aumentar carga tributária. Com essas medidas de coragem, você tem recursos necessários para fazer os investimentos”.

Para a modernização no Porto de Santos, Kassab defendeu as grandes transformações como um projeto de Estado e não de governos. “Pela dimensão dos seus custos, precisa envolver a iniciativa privada e os governos do Estado e Federal. Nos últimos quatro anos, o Brasil deu um exemplo de entendimento quando o presidente Lula e o governador Tarcísio resolveram um dos problemas, que é o túnel Santos-Guarujá. Acho que podemos avançar muito”.

Na opinião do candidato, a instabilidade e a falta de horizonte no País levam à necessidade das reformas no Brasil. “Se o PT não fez nos últimos 30 anos, por que fará agora? Se o Bolsonaro não fez, não acreditava que elas eram positivas para o Brasil, por que o Flávio fará agora? Deste modo, caminhamos para as urnas diante de uma expectativa, se não surgir um fato novo, de uma polarização continuando até o último dia. Mas o que diz respeito a nós, ao Caiado e ao PSD, vamos até o fim com a perspectiva de que eleição é eleição. E até lá pode acontecer muita coisa”.

O candidato abordou a proposta da chapa Caiado-Kassab de ampliar os investimentos no Brasil sem aumento da carga tributária

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